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CEIA DE NATAL EL RACHID – Um Natal das 1001 noites

dezembro 8, 2011

 

 

 

CARNE À KABAAR( recheada c/ameixas, nozes e presunto)    

PEITO DE PERU AO MOLHO DE UVA

ARROZ DO DESERTO( c/damasco,grão de bico, passas e       amêndoas)

CHARUTINHO DE FOLHA DE UVA

MINI KIBE

MINI ESFIHA

HOMUS

BABAGANUGE

COALHADA

TABULE EXÓTICO

PÃO ÁRABE

 PARA 10 PESSOAS ………………………………..R$ 495,00

 ENCOMENDAS  32244354

Nosso final de semana começa delicioso!

outubro 13, 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você pode curtir nossas delícias na sua festa e dividir esse moment0 com pessoas mais que especiais! Faça sua encomenda: http://elrachid.com.br/

Mais da cultura árabe: O ramadã

julho 25, 2011

O mês do ramadã:

Com 30 dias de duração, o nono mês do calendário árabe, o ramadã, é o mês das preces e do jejum. O fiel muçulmano, durante o dia, fica proibido de comer ou ingerir qualquer tipo de líquido, a não ser por ordem médica. O crente deve também se portar de modo mais pacato, conservar os olhos baixos durante o dia, para não “sofrer tentação” ao avistar uma mulher. A relação sexual também é proibida durante o dia. Outros pecados que devem ser evitados nesse mês são a luta e a perda da calma. A guerra também deve ser evitada, como diz o Corão, embora ela possa ser feita por uma “causa justa”, como foi a Guerra do Ramadã, de 1973, contra Israel…  O jejum pode ser quebrado com o anúncio dos alto-falantes nas mesquitas, ao anoitecer, ou então o fiel deve saber pelos jornais, rádio ou TV quando está apto a fazer a primeira refeição do dia, o ifthar. O horário, dia após dia, varia um pouco. Como o calendário árabe é lunar, o início do ramadã é sempre uma incógnita. Pode ser num dia ou somente em outro. Depende da acuidade visual do religioso para observar a ro’ya, ou seja, a lua no início da fase do quarto crescente. Ao menos é isso que acontece em países mais conservadores, como a Arábia Saudita. No Egito, ficávamos aguardando, até próximo do início do ramadã, para que informassem a data precisa, embora os astrônomos, com muita antecedência, pudessem prever o aparecimento da lua quarto crescente.

O ifthar é a primeira refeição à noitinha, após o jejum. Os mais pobres podem se servir em mesas que são arrumadas junto a muitas ruas da cidade. Cena interessante é você observar aquele povo humilde sentado à mesa, com mais de uma hora de antecedência, para garantir o lugar, com os talheres prontos para entrar em ação, como se fosse uma competição, e só iniciando a refeição com a devida autorização dos alto-falantes das mesquitas. Um ifthar tradicional começa com um prato de tâmaras embebidas em água ou leite, como o prescrito pela sunna (ensino religioso). Muitas famílias irão incluir no menu um prato de fuul (espécie de feijão com limão e óleo de oliva), assim como uma refeição normal que pode conter sopa, carne, ave, peixe e uma grande variedade de legumes.

Se durante o dia a barriga ficou a perigo, à noite, após o ifthar, outras refeições são feitas, até alta madrugada. É a época em que mais se come no Egito – ao menos entre aquelas pessoas das classes mais altas – e muitos religiosos criticam isso, justamente por ser o mês do jejum.
O sohour, às 3 horas da manhã, é normalmente a última refeição, geralmente uma comida ligeira à base de iogurte e frutas, depois do que as pessoas vão dormir. O brasileiro Zagalo, quando dirigia a seleção de futebol dos Emirados Árabes Unidos, teve um problema bastante difícil de resolver, ao assumir o trabalho na preparação para a Copa do Mundo na Itália, em 1990. Os treinos durante o ramadã só podiam ser feitos à noite, pois, com a barriga vazia, os jogadores de modo algum se prontificavam a obedecer seu treinador… Crianças do pré-escolar acreditam que o ramadã é uma pessoa, como Papai Noel, que virá trazer as lanternas e os doces, além dos presentes que são comuns nessa época.  Nas ruas e nos canteiros das avenidas são armadas muitas tendas, emolduradas com uma infinidade de pontos de luz para iluminar a noite do ramadã. Milhares de lâmpadas caem em cascatas do alto de alguns prédios, mormente hotéis. Árvores também são enfeitadas com lâmpadas multicoloridas, apresen- tando um espetáculo típico do nosso Natal. O ramadã é uma festa de som, luz e calor humano.

No final do mês do ramadã há a festa do Aid Al-Fitr, o Pequeno Bairã, 4 dias de feriado que servem como coroamento do sagrado mês do jejum e das orações.

À mesa com os Árabes

junho 13, 2011

A hospitalidade árabe é conhecida mundo afora e se tivéssemos que escolher dois adjetivos para definir sua mesa e sua receptividade, estes seriam generosidade e fartura. Uma frase do Profeta Maomé traduz a base de toda a hospitalidade árabe “comida para dois é suficiente para três, e comida para três é suficiente para quatro”. Recepcionar visitas com comida é parte integrante da cultura desse povo e ao convidado é oferecido sempre um cardápio variado, preparado com prazer e em grandes quantidades. Os árabes não gostam de fazer as refeições isolados e nas famílias mais tradicionais, todos se reúnem ao redor de uma mesa redonda, baixa, sentados em almofadas ou tapetes no chão, e se servem todos de um enorme e único prato de metal, onde diferentes comidas são colocadas. Não são usados talheres, somente os três dedos da mão direita – pois a mão esquerda é considerada impura – e pedaços de pão para pegar as porções de comida, razão pela qual é de importância fundamental lavar as mãos antes de se servir. Uma jarra com água, sabonete e toalha é sempre colocada próximo, de modo que todos possam alcançá-la sem precisar levantar-se. O jantar é a principal refeição e é, habitualmente, feito nas horas mais frescas do fim da tarde. Após as refeições, são servidos, além da água, café, um aromático chá de hortelã e também ayran, iogurte misturado com água e sal, servido gelado. Como a hora do almoço é uma das horas mais quentes em toda a região, tradicionalmente, é uma refeição menos substanciosa, quando são servidos pratos leves e mais simples como o falafel e o pão pita.  Se você receber o convite para uma refeição árabe, aconselhamos que vá com estomago vazio, pois o que lhe será servido, certamente, será farto. Serão vários pratos de variados sabores, e recusar algum deles é uma ofensa para os anfitriões, que a interpretam como uma avaliação negativa de sua hospitalidade. O hóspede é tratado como uma pessoa da família e lhe será dispensado todo o conforto possível. É costume árabe servirem primeiro aos convidados, e as maiores porções, e só depois a si mesmos. Para os mulçumanos é fundamental evocar Deus antes da refeição, para abençoar a comida, e novamente ao seu término, para agradecê-lo. Ao convidado será oferecido um saboroso café, mas jamais bebidas alcoólicas. A refeição é finalizada dizendo “saúde duas vezes para você – sahteyn”.

 

Para encomendar nossas delícias e receber como eles… http://elrachid.com.br/

http://correiogourmand.com.br/info_cozinhas_do_mundo_arabe_03_a_mesa.htm

Fonte de riqueza e sabor…

maio 10, 2011

Hoje selecionamos um pouco da história e da cultura de uma região que influencia gastronômicamente o mundo todo e é a fonte direta das delícias do El Rachid. O Líbano é, junto com a Síria, uma das pátrias históricas dos fenícios, negociantes semitas da Antiguidade, cuja cultura marítima floresceu na região durante mais de 2000 anos. Criadores do primeiro alfabeto, que originou  todos os demais, tanto semíticos como indo-europeus. Foram os fenícios que fundaram Cartago, o maior rival de Roma na antigüidade. Outras cidades importantes eram: Tiro, Sídon, Biblos e Arvad que mantiveram sua importância durante o domínio romano. Com a conquista de Alexandre Magno em 332 a.C., a região ficou integrada na civilização helenística. Seguiu-se a dominação do Egipto ptolemaico, que por sua vez foi seguida pela dominação do Império Selêucida.

No século I a.C. o Líbano passou a fazer parte do Império Romano e, em seguida do Império Bizantino, sendo introduzido o cristianismo na região. A conquista árabe do século VII introduziu a atual língua do país, o árabe, bem como a religião islâmica. Durante a Idade Média o território que hoje é o Líbano esteve envolvido nas cruzadas quando então foi disputado pelo Ocidente cristão e pelos árabes muçulmanos. No século XII o sul do Líbano esteve integrado no reino latino de Jerusalém. Foi depois ocupado pelos turcos do Império Otomano em 1516.

Entre o fim do século XIX e o início do século XX, grandes quantidades de libaneses de diferentes etnias e religiões fugiram de conflitos bélicos e perseguições religiosas; muitos migraram para a América, estabelecendo-se em países como os Estados Unidos, a Argentina e o BrasilO Líbano possuí uma riquíssima cultura herdada desde remotas épocas, de influências que vão da Fenícia ao Império Romano e ao mundo árabe.A cultura árabe como um todo – na qual a cultura libanesa está inserida – se destaca das demais por sua música, religião, danças, gastronomia,  entre outros aspectos.

Ele é delicioso…

abril 29, 2011

Kibe, quibe, kibbe, quibi e insira aqui a sua maneira de escrever o nome do prato. É uma comida tão difundida no Brasil que por vezes poderia ser considera um prato tipicamente nosso. Mas como sabemos, é sempre associado com os brimos: os árabes e turcos.

Porém, vai mais além. Tem como base a “Cuisine Levantine” (espero que esteja correta a tradução) que tem origens durante o Império Otomano. O nome deriva de kubbeh que em árabe significa bola.

Não é só aqui que faz sucesso, é comum no Iraque, Jordânia, Síria, Palestina, norte da África, Turquia, Chipre, Península Arábica, Armênia, República Dominicana e, nós, Brasil. 🙂 Dizem também que é um prato nacional do Líbano.


Nossa delíciosa viagem gastronômica

abril 28, 2011

A culinária árabe é tão rica em ingredientes que as restrições do Alcorão não chegam a ser um problema para os muçulmanos. Carneiro assado ou frito é um dos pilares da alimentação nos países do Oriente Médio. O pão sírio, como conhecemos aqui, também não pode faltar. Grãos como trigo, arroz, ervilha, lentilha e grão-de-bico são complementos sempre presentes, assim como legumes e verduras recheadas. Abobrinha, acelga, berinjela, repolho e folhas de videira são os mais apreciados. Já a esfirra remonta a séculos antes de Cristo, quando os fenícios que povoaram a região difundiram o costume de cobrir pães com carne e cebola.  Entre as especiarias, também em grande variedade, estão cravo-da-índia, cominho, noz-moscada, gengibre, semente de gergelim, cebola, alho e snubar.  As sobremesas também são variadas e, geralmente, não levam ovos. A “phyllo”, uma massa muito fina, envolve nozes, pistache, tâmara, figo, damasco e é aromatizada com água de rosas. Também pode ser regada com mel. A bebida típica é o árak, feita com anis.

http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/3503