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Participe do nosso sorteio de Páscoa!

abril 4, 2011

Você curte as delicias do El Rachid, dá a sua opinião e concorre a uma ceia deliciosa. Sua páscoa será mais gostosa.

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Nada melhor do que essa combinação:

março 21, 2011

Novo livro analisa arabismo no Brasil e em Portugal

Um novo livro, lançado pela editora carioca Almádena, traz artigos de alguns dos maiores especialistas brasileiros e portugueses em cultura árabe. A obra se chama “Arabismo: um tema e suas representações no Brasil e em Portugal” e reúne o pensamento e experiências de intelectuais que participaram do 1º Simpósio de Arabistas Luso-Brasileiros, que aconteceu em 2009, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A Almádena é uma editora especializada em temas árabes e lançou o livro, sua última publicação, no final do ano passado. Entre os autores de artigos da obra estão Mamede Mustafa Jarouche, da Universidade de São Paulo (USP), a professora Paula da Costa Caffaro, que conta sua experiência no ensino de português em Damasco, na Síria, e Arlene Clemesha, professora da USP que trata das representações da história árabe contemporânea.

Ainda Godofredo de Oliveira Neto, presidente da Comissão de Língua Portuguesa do Ministério da Educação (MEC), escreve sobre a comissão e a língua portuguesa em países árabes, e Adriano Jordão, diretor do Instituto Camões, aborda a docência da língua e cultura portuguesa em países árabes.
Segundo João Baptista Vargens, organizador da obra com Paula da Costa Caffaro e dono da editora Almádena, o livro está dividido nas áreas de Ensino, Tradução, História, Filosofia e Pensamento.
Os artigos foram escritos a partir das discussões do simpósio do Rio tanto por palestrantes como por integrantes de mesas redondas. O encontro é uma promoção conjunta dos setores de Língua Árabe da UFRJ e da USP, e deve ocorrer a cada dois anos.

O próximo está previsto para este ano, no segundo semestre em São Paulo, segundo Vargens, e o de 2013 em Lisboa, Portugal. O livro da Almádena tem 200 páginas e pode ser adquirido pelo site da editora.

http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=11639345&indice=10&can…

Fonte: Agência de Notícias Brasil Árabe

Já pensou levar essas delícias para sua casa?

março 15, 2011

Grãos combinado com verduras, legumes e até frutas como romãs, damascos e uma variedade de frutas secas e castanhas dão além de um ar aristocrático, um sabor exótico quando combinados com as especiarias. Essa é a definição da culinária sírio-libanesa. Favas, grãos-de-bico, lentilhas, ervilhas e trigo também são fontes de fibras e proteínas. Além de exótica, a comida árabe pode ser bastante nutritiva.

Presente na culinária árabe, a coalhada é poderosa aliada para quem sofre de carência de cálcio, como a osteoporose – doença caracterizada pela fragilidade dos ossos e que afeta principalmente as mulheres que estão na menopausa.

Canela, açafrão, noz moscada, cominho… Estes, entre outros temperos, são velhos conhecidos do paladar ocidental há muito tempo. Porém, o mundo árabe trouxe uma verdadeira gama de outras especiarias que podem perfeitamente se incorporar às mais variadas receitas, das mais exóticas às mais triviais. São os temperos do deserto, presentes na culinária árabe. Além de ter em seu cardapio todas essas especiarias, o El Rachid cuida em detalhes da qualidade de suas receitas e ingredientes.  Hoje o restaurante oferece o serviço de buffet para eventos e torna a festa de muitas pessoas uma delícia: http://www.elrachid.com.br/

Viva a Primavera Árabe !

fevereiro 22, 2011

O Oriente Médio anseia por democracia e o El Rachid está solidário com a Primavera Árabe.

Primavera Árabe :

Revolução  que começou no Egito  e está se espalhando  pelo mundo árabe,  mudando aos poucos o cenário daquela região.

A Revolução Egípcia pode ser considerada como a primeira a ter utilizado a Web como uma arma poderosa de mobilização .

Pela primaira vez na história, uma revolução foi assistida e comentada pela internet .
Estamos tendo o privilégio de ver a história acontecendo na nossa frente, de vivermos uma época de grandes transformações que logo estarão nos livros de história…

Brasil tem a maior colônia libanesa no mundo

fevereiro 17, 2011

Renata Giraldi*
Enviada Especial

Beirute (Líbano) – De 7 a 8 milhões de brasileiros são de origem libanesa, a maior colônia no mundo, o que faz o Líbano guardar a memória afetiva de muitos dos que estão no Brasil. Um deles é o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que é neto de fenícios – os primeiros habitantes do que hoje é o Líbano e responsáveis pelo desenvolvimento do comércio marítimo. Nos eventos públicos, ele é chamado de  “libanês” e tratado por “primo” pelos demais.

“Tive uma surpresa muito agradável aqui. Descobriram a minha família em uma vila no interior do Líbano. Você pode imaginar o que é isso? Fiquei emocionado. Tive uma aula sobre os fenícios e agora entendo a natureza verdadeira do mercador”, disse Miguel Jorge, que brinca com os libaneses afirmando que se “sente em casa” quando está no país deles.

Para o embaixador do Brasil no Líbano, Paulo Fontoura, os dois países têm muito mais em comum do que se imagina. “Os libaneses são alegres, amistosos e simpáticos. Ao saber que há um vizinho novo na redondeza, batem na porta para perguntar se precisa de alguma coisa. Na escola, o aluno novo logo é integrado, e as outras crianças tentam criar um ambiente agradável para ele. Esse é o Líbano”, disse o diplomata.

Com forte influência europeia, o Líbano, dos três países visitados pela comitiva brasileira de 86 empresários, é o que demonstra mais proximidade com o Ocidente. Nas ruas de Beirute, há uma mistura maior de costumes muçulmanos e de outras religiões. Mulheres sem véu e de saia acima dos joelhos não são tão observadas.

Muitos brasileiros de origem libanesa mantêm o coração e os pés nos dois países. Exemplos disso são os empresários Ali Ahmed Saifi e Mohamed Hussein El Zoghbi. Os dois trabalham com carne halal (palavra árabe que significa permitido, autorizado) – cujo processo de produção e abate seguem o rigor das normas muçulmanas – e passam parte do tempo entre São Paulo e Beirute.

“Tenho casa em Beirute, uma linda e agradável cidade. Acho que uma das mais bonitas que conheço”, disse Zoghbi. “Mas sou meio brasileiro e meio libanês. Não dá para escolher”, disse ele, que fala árabe e português sem sotaque.

Em 2009, as exportações brasileiras para o Líbano acumularam US$ 285,2 milhões, o que representou crescimento de 13,6% em relação ao ano anterior. As vendas externas para o país totalizaram US$ 251,1 milhões. As importações brasileiras do Líbano, em 2009, tiveram queda de 97,5%, passando de US$ 53,5 milhões para US$ 1,3 milhão.

O Líbano mantém relações políticas e comerciais estreitas com vários países, como a França, Alemanha, e os Estados Unidos. Apesar das dificuldades causadas pelos inúmeros conflitos, o país tem um dos mais elevados padrões de vida da região.

O Líbano é o último país a ser visitado pela comitiva empresarial, liderada pelo ministro Jorge. O grupo já foi ao Irã e ao Egito.

*A repórter e o fotógrafo viajaram a convite do Ministério  do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Edição: Graça Adjuto

 

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil/ultimasnoticias?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=201035

Promoções

fevereiro 16, 2011

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fevereiro 10, 2011

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